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O trem da cachaça

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“…vi pela primeira vez que as fachadas das pobres casas populares eram, como as roupas vestidas pelos Negros-dançarinos, protestos contra a miséria, a cinzentice, a feiúra, a rotina e a monotonia de suas vidas. Vi pela primeira vez que, coloridas como eram em amarelo-ocre, vermelho-sangue, azul-pavão, amarelo-ouro, verde-bandeira ou verde-lodo, e até no rosa ou roxo-púrpura…”
Ariano Suassuna

Aproximar-se do edifício do Museu da Cachaça, projetado pela arquiteta mineira Jô Vasconcellos, leva primeiramente ao reconhecimento de um projeto estruturado na mescla de matrizes distintas: a popular e a moderna.

Tal como na epígrafe em que o escritor nordestino apresenta a obra de Anna Mariani – fotógrafa que retrata as fachadas de casas do sertão brasileiro -, a observação do prédio da instituição cultural construída na cidade de Salinas, norte de Minas Gerais, mostra o reconhecimento pela autora do projeto de uma característica marcante da arquitetura vernacular dessa região no interior do país: o uso de cores fortes que ornam cada singela residência e as paisagens urbanas.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 398 (abril 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/jo-vasconcellos-museu-da-cachaca-salinas-mg

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