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A arquitetura dos intervalos

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A execução do 4’33” por uma orquestra sob o vão do masp seria uma ocasião interessante. Mesmo que pareça redundante a sobreposição de duas grandes obras com intenções semelhantes, no encontro entre o intervalo do tempo de John Cage e o intervalo do espaço de Lina Bo Bardi estaríamos na mais privilegiada situação para perceber os vários acontecimentos – “atividade do som” – naquele rico e complexo ambiente em que o masp se insere. Ambas as obras agem dentro do que é real, libertando aquilo que está “oprimido, mas não suprimido”. Trabalhos sensíveis à participação do entorno dentro deles – estando dispostos à escuta –, permitem que as exterioridades incidam fortemente sobre o que há de interioridade.

Leia na íntegra na revista Serrote 15 (novembro 2013)
http://www.revistaserrote.com.br/2013/12/a-arquitetura-dos-intervalos-por-francesco-perrotta-bosch/

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