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A “desformalização” da arquitetura de Lina Bo Bardi

A “desformalização” do MASP

A procura por uma constatação que sintetize toda a trajetória de Lina Bo Bardi nos levará à percepção, em um sentido laudatório, de sua heterodoxia. Ao não tratar arquitetura como disciplina autônoma, viu-a como pertencente a um sistema cultural: as relações com outras atividades não são complementares, mas cerne da operação projetiva, o que a levou a problematizar certos códigos e instrumentos próprios à profissão. Neste momento, chamá-la somente de arquiteta seria um reducionismo que colocaria erroneamente em segundo plano suas incursões pelo design, crítica cultural, cenografia, curadoria, museologia, entre outras. Seu conjunto de atividades não se restringiu a um autorregramento vinculado a um ideal que lhe desse uma coerência explícita e unívoca.

Leia na íntegra na revista digital Arquitextos do portal Vitruvius
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/14.165/5063

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