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Madame Pritzker

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Quase não conversamos sobre Zaha Hadid, Frank Gehry ou Norman Foster. Os arquitetos mais citados foram Shigeru Ban, Wang Shu e a dupla Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, do Sanaa. Os nomes revelam o diagnóstico que Martha Thorne, diretora-executiva desde 2005 do prêmio Pritzker, faz da arquitetura dos dias atuais: “Um aspecto negativo da globalização é quando a arquitetura torna-se a assinatura de uma pessoa, como uma commodity que governos podem comprar para expressar uma marca, um poder”. Depois de uma geração de premiados que ganharam a alcunha de star architects, o foco mudou. O prêmio Pritzker não é mais o mesmo.

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Leia na íntegra na revista Bamboo 40 (outubro 2014)
http://www.bamboonet.com.br/posts/diretora-do-premio-pritzker-diz-que-a-arquitetura-nao-pode-ser-a-assinatura-de-alguem-tratada-como-commodity-e-que-a-diversidade-necessaria-para-os-dias-de-hoje-passa-pelo-ensino
bamboo.net.br

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