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É uma piscina. E um jardim.

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Saímos do escritório localizado numa das torres da Faria Lima, relativamente próximo do largo da Batata, e tomamos a direção da – não muito distante – mais recente casa projetada por Angelo Bucci. No caminho, feito a pé, logo me lembrei de uma conversa que tivemos há alguns anos, quando perguntei sobre projetos do SPBR em andamento. A resposta: uma piscina. Muito surpreso, tive na época certo pudor de aprofundar o assunto. Entretanto, havia chegado o momento da pergunta: como demandam a você uma casa que é, de fato, uma piscina; aqui, entre a avenida Faria Lima e a marginal do Pinheiros?

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 407 (fevereiro 2014)
http://arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/spbr-arquitetos-residencia-sao-paulo-140204

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Respostas na sutileza dos detalhes

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Seja inserido na mata Atlântica, no litoral paulista, ou no rés-do-chão de uma das principais construções modernas do Rio de Janeiro, o ato do projeto pauta-se por condições muito específicas do contexto. Tanto no pavilhão projetado por Mauro Munhoz, no Guarujá, quanto na intervenção de Caio Calafate e Pedro Varella em meio ao pilotis do Parque Guinle, de Lúcio Costa, a questão se soluciona no que cada projeto contém de menor escala. Nos detalhes construtivos encontramos a essência da mediação com o locus onde se inserem. Nestas construções secas, tal estratégia possibilita a serenidade do diálogo do novo com o que lhe precede.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 406 (dezembro 2013)
http://arcoweb.com.br/noticias/arquitetura/a-forca-da-pequena-escala-na-arquitetura-de-dois-abrigos

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Estrutura diante da natureza

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Tudo ao seu redor é natureza. Ao fundo, grandes morros com belas rochas expostas e trechos cobertos por vegetação nativa. À frente, o vale com o acidentado relevo característico da serra fluminense. Aos pés, um platô gramado. Sobreposto, um jardim de plantas com distintas alturas, em meio às quais um idílico caminho se perde no panorama. É extraordinária a força da paisagem envolvente. Porém, contrariamente ao que até poderia ocorrer, a casa JG não se apresenta como algo diminuto e insignificante perante o contexto natural. É de grande potência a imagem desta construção projetada pelo arquiteto carioca Miguel Pinto Guimarães.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 405 (novembro 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign-assinantes/arquitetura/miguel-pinto-guimaraes-residencia-petropolis-rj

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Concurso de restauro do Condephaat

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No segundo semestre de 2012, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio do Condephaat, promoveu um concurso para escolha de projetos para a revitalização e o restauro de três imóveis tombados em diferentes cidades do interior paulista.

Com uma comissão julgadora presidida pelo arquiteto Marcelo Ferraz, do Brasil Arquitetura, foram escolhidos os projetos dos escritórios SIAA, de Cesar Shundi Iwamizu, para a Casa do Caramuru (Ribeirão Preto), Centro Arquitetura, de Carlos Ferrata, para a Casa do Imperador (Itapura) e a equipe formada pelo AA Arquitetos Associados, de Antonio Carlos Barossi e Paula Dedecca, em parceria com o ArcFaggin, de Caio Faggin, e Denise Invamoto para o Sobrado Coronel Esmédio (Porto Feliz).

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 405 (setembro 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign-assinantes/arquitetura/condephaat-promove-concurso-para-restauro-de-tres-imoveis-tombados-no-interior-paulista

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Silhuetas contra a luz

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Quando estudantes de arquitetura em Paris, o quarteto que viria a formar o escritório Triptyque foi marcado pela visita à Maison de Verre, de Pierre Chareau. Projetada e construída entre 1928 e 1932, a casa situada no miolo de um quarteirão de Saint‑Germain-des-Prés foi o primeiro projeto a utilizar o bloco de vidro como elemento principal, técnica e esteticamente, nos fechamentos.

Claramente inspirado pela obra-prima de Chareau, o edifício 653 da rua Francisco Leitão, no bairro de Pinheiros, afirma sua proposta arquitetônica por meio da fachada lateral constituída pelo grandioso plano de 34 x 13 metros composto por blocos de vidro.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 402 (agosto 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/triptyque-edificio-comercial-sao-paulo

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Novos retratistas de arquitetura

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“Existe fotografia demais no mundo”. A afirmação, do fotógrafo britânico Martin Parr à Folha de São Paulo, em 2012, sintetiza uma questão chave enfrentada pela nova geração de fotógrafos profissionais: como fazer com que a representação pessoal, do olhar, sobressaia à miríade de imagens a que somos submetidos cotidianamente? O acesso e facilidades dos meios digitais de registro redundam em estímulo excessivo, que banaliza a produção e a divulgação de fotos. PROJETOdesign conversou com cinco jovens fotógrafos para situar o tema junto à nova geração, que se propõe retratar arquitetura.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 400 (junho 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign-assinantes/especiais/confira-parte-do-especial-preparado-para-a-edicao-400-da-projetodesign-dedicado-aos-fotografos-de-arquitetura

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O trem da cachaça

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“…vi pela primeira vez que as fachadas das pobres casas populares eram, como as roupas vestidas pelos Negros-dançarinos, protestos contra a miséria, a cinzentice, a feiúra, a rotina e a monotonia de suas vidas. Vi pela primeira vez que, coloridas como eram em amarelo-ocre, vermelho-sangue, azul-pavão, amarelo-ouro, verde-bandeira ou verde-lodo, e até no rosa ou roxo-púrpura…”
Ariano Suassuna

Aproximar-se do edifício do Museu da Cachaça, projetado pela arquiteta mineira Jô Vasconcellos, leva primeiramente ao reconhecimento de um projeto estruturado na mescla de matrizes distintas: a popular e a moderna.

Tal como na epígrafe em que o escritor nordestino apresenta a obra de Anna Mariani – fotógrafa que retrata as fachadas de casas do sertão brasileiro -, a observação do prédio da instituição cultural construída na cidade de Salinas, norte de Minas Gerais, mostra o reconhecimento pela autora do projeto de uma característica marcante da arquitetura vernacular dessa região no interior do país: o uso de cores fortes que ornam cada singela residência e as paisagens urbanas.

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Leia na íntegra na revista ProjetoDesign 398 (abril 2013)
http://arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/jo-vasconcellos-museu-da-cachaca-salinas-mg